CENSOS 2021

Bem-vindo aos Censos 2021

Os Censos são a contagem e a caracterização da população e do parque habitacional que decorre de 10 em 10 anos. A informação censitária é determinante para o conhecimento do país.
O INE conta com a sua colaboração.

Responda pela Internet. 
A resposta é fácil, segura e rápida para toda a população.

Contamos todos 
Contamos com todos

Se já respondeu, pode emitir comprovativo de resposta, inserindo novamente o seu código e Password.

Três passos para responder: fácil, seguro e rápido.

  • Fácil

    Tenha consigo a carta do INE
  • Seguro

    Digite o código e a password indicados na carta
  • Rápido

    Responda às perguntas e quando terminar selecione “ENTREGAR”. O sistema irá devolver um comprovativo de resposta que deve guardar.
Quando responder?

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Responda a partir do dia 19 de abril.


  • Responda aos Censos 2021 com a maior brevidade possível, até ao dia 31 de maio.
  • Evite a deslocação e o contacto do recenseador.
  • A resposta é obrigatória e o INE garante a segurança e a confidencialidade da informação recolhida (Lei 22/2008 de 13 de maio, Decreto-lei 136/2012 de 2 de julho e Decreto-lei 54/2019 de 18 abril).

Se não tiver condições para responder pela internet

  • Solicite o apoio de familiares ou amigos
  • Telefone para a linha de apoio: 21 054 20 21
  • Dirija-se à sua Junta de Freguesia (leve a carta do INE)
  • Aguarde pelo contacto do Recenseador (os contactos presenciais seguem o protocolo de saúde pública no âmbito da situação epidemiológica)
Se não tiver condições para responder pela internetr
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Perguntas Frequentes

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Categorias

  • Sobre os Censos 2021
  • Responder aos Censos 2021
  • Obrigações e garantias
  • Conceitos e Dúvidas de preenchimento

“Censos” corresponde à designação abreviada das operações estatísticas do Recenseamento Geral da População e do Recenseamento Geral da Habitação e constituem o grande referencial de informação estatística para a caracterização sociodemográfica da população e do parque habitacional em Portugal.
 

Os Censos permitem conhecer melhor algumas características do país, tais como a sua população e o seu parque habitacional. A informação recolhida permite-nos saber quantos somos, como somos, onde e como vivemos.
Os dados censitários sobre a população e o parque habitacional são fundamentais para o sector público e privado, bem como para os cidadãos em geral.

Os Censos realizam-se de 10 em 10 anos.
Desde 1981 que os Censos em Portugal se realizam nos anos terminados em 1, de acordo com as obrigações europeias em vigor. Os últimos tiveram lugar em 2011 e os próximos vão ocorrer em 2021.

A realização dos Censos 2021 rege-se pelo disposto na Lei 22/2008 de 13 de maio (Lei do Sistema Estatístico Nacional), que estabelece os princípios, as normas e a estrutura do Sistema Estatístico Nacional, e pelo Decreto-lei nº 136/2012 que define a orgânica do INE, sendo também objeto de legislação específica, quer europeia quer nacional.

Ao nível  europeu a organização dos Censos 2021 é enquadrada por um regulamento base e por quatro regulamentos de implementação, e ao nível nacional pela Lei de  autorização legislativa nº 6/2019 de 11 de janeiro e pelo Decreto-Lei nº 54/2019, de 18 de abril, que estabelece as normas a que deve obedecer a realização do XVI Recenseamento Geral da População e do VI Recenseamento Geral da Habitação.
 
Consulte aqui, em legislação e confidencialidade, a legislação nacional e internacional específica:
https://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpgid=censos21&xpid=CENSOS21&xlang=pt#leg_suporte 

 
O INE é a entidade responsável pela sua preparação e realização e conta com a colaboração do Serviço Regional de Estatística dos Açores, da Direção Regional de Estatística da Madeira, das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia.
 
Os inquéritos realizados pelo INE, abordam temas específicos como o emprego, a saúde, a educação ou a utilização das tecnologias de informação, sendo dirigidos apenas a amostras da população (prévia e metodologicamente selecionadas). 
Por outro lado, os Censos são exaustivos e extensíveis a todo o território nacional, permitindo recolher um leque de informação fundamental para o conhecimento e gestão do país (como demografia, educação, habitação e transportes). Os Censos 2021 são a oportunidade de fazer parte duma fotografia de conjunto do país, contabilizando e caracterizando a sua população residente e o seu parque habitacional num determinado momento – o momento censitário, definido como o dia 19 de abril de 2021.
 
Todos os dados provenientes da recolha dos Censos 2021 são alvo de validação e posterior tratamento, que inclui a necessária anonimização de qualquer referência individual.
O conjunto de dados obtidos permitirá a contabilização e caracterização da população residente em Portugal e do seu parque habitacional, sempre no cumprimento estrito da preservação da confidencialidade e do segredo estatístico (Lei 22/2008 de 13 de Maio e Decreto Lei 136/2012 de 2 de julho).
 
Serão cumpridas todas as indicações do Protocolo de Saúde Pública para preparação e execução dos Censos 2021 no âmbito da pandemia COVID-19 que segue as recomendações estabelecidas pela Direção-Geral de Saúde. O recenseador é portador de máscara e respeitará as normas vigentes, nomeadamente distanciamento físico, higiene das mãos e etiqueta respiratória.
 
Não. Existem diversas formas de apoiarmos o preenchimento. Pode aguardar pela vista do Recenseador ou dirigir-se à Sua Junta de Freguesia. Se se encontra em situação de isolamento, é possível também responder pelo telefone. Este apoio é totalmente gratuito e nunca poderá ser exigido pagamento.
 
A carta contém um código e password associados exclusivamente a cada alojamento. Deve aceder a censos2021.ine.pt e autenticar-se com os códigos da carta.
 
Deve aceder a https://censos2021.ine.pt/ e introduzir o código e a password de cada uma das cartas, verificar a morada e responder em conformidade relativamente ao alojamento.
Em caso de dúvida aguarde por favor pela visita do recenseador ou, em alternativa, dirija-se à sua Junta de Freguesia.
 
Pode responder através da Internet em https://censos2021.ine.pt/

Pode também aguardar a visita do Recenseador ou ligar para a Linha de Apoio: 210 54 20 21.

 
A resposta pelo telefone é direcionada para as pessoas que não conseguem responder pela internet e, por motivos de saúde ou isolamento, não podem responder de outra forma.
 
Sim. Ao interromper o preenchimento do questionário, a aplicação de resposta aos Censos 2021 guarda automaticamente toda a informação registada até esse momento.
 
O código e password devem ser inseridos tal como estão escritos, respeitando as letras maiúsculas e minúsculas e todos os carateres especiais.
 

Responda a partir do dia 19 de abril de 2021.

(As cartas com os códigos necessários para aceder ao questionário serão distribuídas a partir do dia 5 de abril de 2021).

Porque se trata do dia de referência dos Censos 2021. Este dia constitui o momento ao qual todas as respostas se devem referir, garantindo assim o rigor nas contagens e afastando a possibilidade de omissões ou duplicações.

  • Pedir ajuda a familiares ou amigos;
  • Dirigir-se à sua Junta de Freguesia (tenha consigo a carta que recebeu do INE)
  • Aguardar pela visita do Recenseador;
  • Ligar para a Linha de Apoio: 210 54 20 21.
 



 
Aguarde pelo contacto do Recenseador responsável pela área da sua residência que lhe fará chegar novos códigos.
 
É possível usar qualquer dispositivo com ligação à Internet: smartphone, tablet, PC.
 
  • Aceda a https://censos2021.ine.pt/
  • Digite o Código e a Password indicados na carta do INE;
  • Preencha os questionários e selecione “ENTREGAR”; o sistema irá devolver-lhe uma mensagem comprovando a entrega.

Porque o INE não recebeu a sua resposta via internet dentro do prazo previsto.

Cada Recenseador terá um cartão de identificação com o nome e a foto, o logotipo do INE e a referência aos Censos 2021.

A identificação do Recenseador poderá também ser confirmada na Junta de Freguesia da área.


 
Sim. A resposta pela Internet está disponível em língua inglesa.
 
Tem à sua disposição:
  • O endereço censos.ine.pt;
  • A Linha de Apoio: 210 54 20 21
  • A sua Junta de Freguesia
As Forças de Segurança - PSP e GNR - das áreas abrangidas pelo inquérito estão ao corrente desta operação estatística e da presença no terreno dos técnicos envolvidos: Recenseadores e restante equipa da estrutura.



 
  • Responda aos questionários no prazo pretendido;
  • Colabore com o Recenseador da sua área;
  • Passe a palavra sobre esta operação estatística junto da sua família, amigos e vizinhos.
Sim.

Uma parte da população pode voltar a ser contactada para efeitos de controlo de qualidade das respostas aos censos 2021.

Se tal acontecer, colabore.
 
O controle de qualidade das respostas é efetuado por amostragem aleatória estratificada e são selecionados ao acaso 5% dos alojamentos.
 
O controle de qualidade é da responsabilidade do Coordenador de Freguesia/ Subcoordenador de Freguesia
 
 
Não.
O controle de qualidade abrange, de forma aleatória, apenas algumas respostas e incide apenas sobre três variáveis: Morada do Alojamento, Forma de Ocupação e o Número Total de Residentes (quando aplicável). Estas variáveis foram escolhidas porque são determinantes para a avaliação da qualidade dos dados, nomeadamente ao nível da cobertura e exaustividade dos Censos 2021.
De forma a facilitar o contacto, tendo em conta a necessidade de proteção de saúde publica,  é disponibilizado o nome do representante do alojamento, o telefone e o email aos Coordenadores de freguesia para que possam, com segurança, executar o controlo de qualidade das respostas.
 
 
Sim. Após aceder a censos2021.ine.pt com o código e password fornecidos na carta clique no botão Alterar password.
 
Esta funcionalidade só está disponível depois de ter acedido a censos2021.ine.pt e se tiver registado o seu endereço de email.
 
Os códigos enviados obedecem às melhores práticas relativas a segurança. 
Devem ser respeitadas as letras maiúsculas e minúsculas e todos os carateres especiais. 
Esta mensagem significa que foi atribuído um novo código ao alojamento.
 
Pode solicitar a amigos ou familiares que o apoiem na leitura dos códigos e uma vez autenticado, pode efetuar a sua resposta de forma autónoma, porque o sistema assim o permite. Em alternativa pode aguardar a visita do recenseador que irá apoiá-lo, recolhendo a sua resposta.
Os Censos 2021 têm como objetivo contar e caracterizar a população residente em Portugal e o parque habitacional. Para tal são definidos um conjunto de conceitos incluindo o de residência habitual, que em termos gerais determina que as pessoas devem ser consideradas residentes no local onde passam habitualmente o seu período de descanso quotidiano, independentemente de ausências temporárias por motivos de lazer, férias, visita a amigos e familiares, atividade profissional, tratamento médico ou outras.
 
A população portuguesa emigrada no estrangeiro (há mais de um ano ou com intenção de permanecer no estrangeiro por um período mínimo de um ano) não é considerada residente em Portugal.
 
Quanto às habitações cuja propriedade pertence à população emigrante,  e desde que não tenham residentes,  são consideradas residências de uso sazonal ou residências secundárias.  Nestas circunstâncias, a população não tem que responder por esses alojamentos uma vez que os recenseadores, no âmbito das suas tarefas nomeadamente no controlo da exaustividade das respostas, identificam essas situações e classificam-nas em conformidade.
Contudo, caso tenha sido deixada carta no correio, a mesma  pode ser utilizada para confirmar que se trata de uma residência de uso sazonal ou secundária, não sendo esta ação absolutamente necessária.
 

Sim.
Todos os inquéritos efetuados pelo INE são de resposta obrigatória, de acordo com a Lei 22/2008 de 13 de maio (Lei do Sistema Estatístico Nacional) e o Decreto-Lei nº 54/2019 de 18 de abril, que estabelece as normas a que deve obedecer a realização dos Censos 2021.

Sim.
A resposta está protegida pelo segredo estatístico, pelo que os dados individuais fornecidos ao INE assumem natureza confidencial - não podem ser cedidos ou divulgados a terceiros, destinando-se a ser utilizados exclusivamente para fins estatísticos (artigos 4º e 6º da Lei nº 22/2008, de 13 de maio e nº 5 do artigo 4º do Decreto-Lei nº 136/2012, de 2 de julho).

Sim.

O sistema garante um processo de autenticação que protege a confidencialidade e a segurança dos seus dados. Os códigos para resposta enviados pelo INE são únicos e intransmissíveis.

Deve guardá-los e fornecê-los apenas ao Recenseador ou à linha de apoio, em caso de dificuldade no registo da sua resposta.


 

Após efetuar a entrega do questionário eletrónico, o sistema devolver-lhe-á uma mensagem com o comprovativo de entrega.

Guarde-a como prova da sua resposta.

Sim.
 

Enquanto for possível responder pela internet, poderá usar o seu par código/password e aceder ao comprovativo de entrega da resposta.

Não.
 

Cada cartão de cidadão ou chave móvel digital só pode ser associado a um único alojamento.

Não.

Por razões de segurança e consolidação das bases de dados, não é possível aceder ao questionário eletrónico após o seu envio.

Caso pretenda efetuar alteração aos dados já enviados, deve contactar o Recenseador responsável pela área da sua residência e preencher um questionário em papel com a informação a corrigir.

  • Porque os nomes permitem validar a recolha de algumas variáveis;
  • Porque os nomes permitem validar as relações de parentesco entre os membros do agregado;
  • Para, em caso de dúvida, o INE saber a quem se dirigir;
  • Porque é necessário dispor dos endereços para que o INE possa contactar a população em operações estatísticas posteriores.

A realização dos Censos 2021, para além da legislação específica  europeia e nacional, rege-se pelo disposto na Lei 22/2008 de 13 de maio (Lei do Sistema Estatístico Nacional, que estabelece a licitude do INE para efetuar tratamentos de dados pessoais, incluindo os sensíveis, no âmbito das suas atribuições e para a prossecução da sua missão de interesse público.

Especificamente, ao nível europeu, a operação Censos 2021, é  enquadrada por um regulamento base e por quatro regulamentos de implementação. Ao nível nacional , pela Lei de autorização legislativa nº 6/2019 de 11 de janeiro, e pelo Decreto-Lei nº 54/2019, de 18 de abril, que estabelece as normas a que deve obedecer a realização do XVI Recenseamento Geral da População e do VI Recenseamento Geral da Habitação, o qual contém um capítulo dedicado ao acesso a dados administrativos e à proteção de dados pessoais,  que prevê, nomeadamente, a confidencialidade dos dados, as questões de dados pessoais, medidas técnicas e organizacionais, limitação e derrogação de direitos, etc.

Em todas as componentes de preparação, execução e divulgação dos Censos, o INE garante o cumprimento das disposições do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) - Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de abril e demais legislação sobre proteção de dados.

 

As pessoas que utilizam mais do que uma residência consideram-se residentes naquela onde vivem a maior parte do ano ou onde têm a totalidade (ou a maior parte) dos seus haveres.
Se estiver a viver fora da residência habitual por razões de trabalho ou de estudo (em Portugal ou no estrangeiro), mas todas ou quase todas as semanas voltar a casa, deve considerar-se residente no local onde reside o respetivo agregado familiar.
 
Uma vez que a ausência é temporária e a intenção é regressar à sua casa, é lá que se deve recensear – na sua residência habitual.
 
Nos Censos 2021 apenas se preenche um questionário de agregado doméstico, que deve incluir todos os residentes independentemente dos laços familiares.
 
Uma vez que a ausência é temporária e a intenção é regressar à sua casa, é lá que se deve recensear – na sua residência habitual.
 
- É associada nova carta ao alojamento (novo código/password);
- São adicionados/eliminados residentes ao alojamento.
 

É o local onde a pessoa reside ou detém a totalidade (ou a maior parte) dos seus haveres, independentemente de ausências temporárias por motivos de lazer, férias, visita a amigos e familiares, atividade profissional, tratamento médico ou outras.

Trata-se do alojamento familiar clássico que é apenas utilizado periodicamente e no qual ninguém tem a sua residência habitual – por exemplo, uma casa de férias ou de fim-de-semana.

É um alojamento que se encontra desocupado, podendo estar disponível para venda, arrendamento ou outra situação (por exemplo, partilhas).
 

Sim.
Todos os alojamentos devem ser recenseados, embora de forma diferente: o questionário associado à residência habitual destina-se a caracterizar o alojamento e cada um dos indivíduos nele residentes. O questionário relativo à residência secundária apenas solicita informação sobre a morada e contactos do alojamento, uma vez que nele não reside ninguém.

As pessoas que utilizam mais do que uma residência consideram-se residentes naquela onde vivem a maior parte do ano ou onde têm a totalidade (ou a maior parte) dos seus haveres.

Se estiver a viver fora da residência habitual por razões de trabalho ou de estudo (em Portugal ou no estrangeiro), mas todas ou quase todas as semanas voltar a casa, considera-se residente no local onde reside o respetivo agregado familiar.

  • Todas as pessoas a viver no alojamento (incluindo crianças), mesmo que, no momento censitário (19 de abril de 2021), se encontrem temporariamente ausentes ou que não vivam nesse alojamento a maior parte do ano, mas estejam deslocadas por motivo de trabalho, estudo, etc.;
  • As crianças nascidas antes do dia 19 de abril de 2021 (dia de referência dos Censos 2021);
  • Os estudantes que vivem separados da família e que regressam a casa, por exemplo, ao fim de semana. Exceção: se o estudante for “trabalhador-estudante” ou frequentar o ensino superior no estrangeiro há mais de um ano, passa a ser considerado residente no local onde se encontra a maior parte do ano;
  • As pessoas que vivem a maior parte do ano noutro local por motivos de trabalho (em Portugal ou no estrangeiro) mas que regressam a casa com regularidade;
  • As pessoas temporariamente internadas em hospitais, clínicas ou outras instituições, desde que o período previsto de ausência da sua residência (por internamento) seja inferior a um ano;
  • As crianças que alternam a sua residência entre dois alojamentos (por exemplo, após o divórcio dos pais) deverão ser incluídas como residentes no alojamento em que passam a maior parte do tempo; Quando as crianças passam o mesmo tempo com ambos os pais devem ser consideradas residentes no agregado onde se encontram no momento censitário dos Censos 2021;
  • As pessoas de nacionalidade estrangeira que residem em Portugal há mais de um ano ou as que, residindo há menos de um ano, têm a intenção de residir em Portugal por um período mínimo de um ano.
Sim. Se reside habitualmente no alojamento, mas se encontra de férias ou em viagem de trabalho, deve responder aos Censos indicando a sua residência no seu alojamento familiar.
 
As crianças nesta situação são recenseadas no alojamento onde vivem a maior parte do tempo ou possuem a maior parte dos seus haveres. Quando o tempo em cada uma das casas é igual, deve ser recenseada/o na casa onde dormiu na noite de 18 para 19 de abril.
 

Não.

As pessoas com presença temporária num determinado alojamento não são consideradas residentes nesse alojamento e não deverão, por isso, aí serem recenseadas.

Devem ser recenseadas no alojamento onde residem habitualmente.

Os estudantes deslocados em Portugal, desde que não trabalhem, devem ser considerados residentes no alojamento do agregado familiar de que fazem parte.

Contudo, se estiver na condição de trabalhador estudante deslocado, não deverá ser considerado residente no alojamento do agregado familiar, mas sim naquele onde se encontra/vive em trabalho e estudo.
Se for estudante do ensino superior no estrangeiro e estiver deslocado há mais de um ano, é considerado residente no estrangeiro e não deve ser recenseado nos Censos 2021.

Se for estudante do ensino superior no estrangeiro há menos de um ano, mas tiver a intenção de aí permanecer por um período superior a um ano, também não deverá ser recenseado nos Censos 2021.

Os estudantes no estrangeiro, mas a frequentar outros graus de ensino (diferente de ensino superior), são considerados residentes no alojamento familiar de origem.

 
  • Sim:
    • Se, à data do momento censitário residir em Portugal há mais de 1 ano ou se a sua intenção é ficar a residir por um período mínimo de um ano.
       
  • Não:
    • Se, à data do momento censitário, residir em Portugal há menos de 1 ano e houver intenção de cá residir por um período inferior a 12 meses.
    • Se a fixação de residência em Portugal tiver acontecido após o momento censitário.
Não. As pessoas que residem em Portugal em consulados/embaixadas estrangeiros, não são recenseadas em Portugal.
 

Não.

Os indivíduos que no momento censitário dos Censos 2021 (dia 19 de abril de 2021) se encontrarem de passagem por Portugal por motivos de lazer, razões profissionais, de saúde, religiosos ou outros, não devem ser recenseados.

Existem duas situações:
  • Se a pessoa está internada há mais de um ano, então, não deve ser considerada residente;
  • Se o internamento tiver acontecido há menos de um ano e a intenção ou probabilidade de ausência for inferior a 12 meses, então, deverá ser considerada residente no alojamento.

Não.

Uma criança que alterna a sua residência entre dois alojamentos (por exemplo após o divórcio dos pais), deve ser considerada residente no alojamento onde passa a maior parte do tempo.

Quando a criança passa o mesmo tempo com ambos os pais, a sua residência habitual é considerada no alojamento onde se encontrar no momento censitário.


 
Sim, desde que aí tenha residido por um período superior a um ano.

Os países são considerados de acordo com a sua designação e fronteira atuais.
 
Sim. As pessoas que nasceram numa ex-colónia devem considerar que nasceram no estrangeiro, uma vez que os países são considerados de acordo com a sua designação e fronteiras atuais.
 
As pessoas nascidas no estrangeiro filhos de mãe portuguesa ou pai português que requereram e receberam nacionalidade portuguesa devem assinalar a opção “Portuguesa por nascimento”.
 
Se o trabalho que realiza tem como principal objetivo ocupar o tempo (lazer), mesmo que eventualmente consuma aquilo que produz, a resposta é NÃO – não é trabalho.

Se o trabalho que realiza tem como principal objetivo complementar o rendimento familiar, então essa ocupação deve ser considerada como trabalho, mesmo que a principal fonte de rendimento seja outra (por exemplo, a reforma).

 
Não.

A realização de atividades domésticas não é considerado trabalho

(Contudo, quem exercer a profissão de empregada doméstica, deve considerar essa atividade como trabalho).

 
Sim, se receberam um pagamento por esse trabalho.
 
Não. Em situações em que o valor da renda se encontre suspenso transitoriamente, o valor a considerar é aquele que existia antes da suspensão.
 
Deve considerar o local onde habitualmente trabalha mesmo que neste momento se encontre ausente devido à pandemia.
 
Não. Por norma a garagem não é incluída na área útil do alojamento.
 
Se alugou um lugar de estacionamento para sua utilização não deve ser incluído porque não faz parte do alojamento e tem uma utilização que até pode ser temporária.
Se alugou o seu lugar de estacionamento a terceiros, deve ser contabilizado como parte do seu alojamento (quem alugou deve responder que não tem lugar de estacionamento).
 
Deve incluir em “Outro”
 
Incluem-se nesta categoria:
  • Trabalhadores familiares não remunerados (tem q trabalhar pelo menos 15 h na semana de referência);
  • Pode ser um membro ativo de uma cooperativa (pessoa ativa, socio de uma cooperativa de produtores de bens e serviços e q lá trabalha);
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